Graduado em Teologia pelo Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis/RJ; formação complementar em Filosofia (Instituto de Filosofia e Teologia Paulo VI, Nova Iguaçu/RJ); Mestre e Doutor (qualificação máxima summa cum laude) em Teologia, especialização em Liturgia Pastoral pelo Istituto di Liturgia Pastorale di Santa Giustina, Pádua (Itália). Graduado em Psicologia e Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (PUC-PR), e Pesquisador nas áreas de Psicologia, Teologia e Espiritualidade/Religiosidade.

Teologia
Ubi floret Spiritus A CORRESPONSABILIDADE DOS MINISTÉRIOS BATISMAIS
Relação entre ministérios do serviço litúrgico, do anúncio e da comunhão eclesial na Igreja no Brasil
Autoria: Patrick da Silva Brandão
Como superar o clericalismo que reduz a vida e a missão da Igreja a um único ministério? Esta obra enfrenta essa questão ao reconstruir uma teologia dos ministérios batismais a partir da práxis eclesial latino-americana e brasileira, em chave litúrgico-pastoral. Mostra que os ministérios dos batizados e batizadas não s
Sobre o livro
Como superar o clericalismo que reduz a vida e a missão da Igreja a um único ministério? Esta obra enfrenta essa questão ao reconstruir uma teologia dos ministérios batismais a partir da práxis eclesial latino-americana e brasileira, em chave litúrgico-pastoral. Mostra que os ministérios dos batizados e batizadas não são meras funções delegadas, mas dons que nascem da fonte batismal e se desdobram nos três âmbitos constitutivos da missão eclesial: liturgia, anúncio da Palavra e comunhão/participação. Com método indutivo, o autor percorre a experiência participativa do povo latino-americano e sua religiosidade popular; a virada paradigmática do Vaticano II, com a circularidade entre assembleia, ministérios e presidência; e o mosaico ministerial vivido no Brasil à luz dos tria munera . Em diálogo com a Diocese de Duque de Caxias, evidencia avanços e tensões de uma “Igreja ministerial” e propõe a ampliação de ministérios instituídos, na superação das clivagens entre ecclesia docens (Igreja que ensina) e ecclesia discens (Igreja que aprende), em busca do sensus fidei . Ao destacar a liturgia e os processos participativos como lugares verdadeiramente eclesiogenéticos, a obra mostra como a forma celebrativa plasma a forma eclesial e pede, também no âmbito da comunhão eclesial, um ministério batismal estável e visível. O resultado é um convite teológico e pastoral a reconhecer, formar e instituir ministros e ministras como sujeitos corresponsáveis na vida e missão da Igreja, a fim de que ela se reconfigure de modo sinodal, pluriministerial e fiel ao Evangelho.
Para quem é
estudantes de Teologia, agentes de pastoral e pesquisadores de religião.
Sobre a autoria
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