Mestre em Letras – Programa de Pós-Graduação em Letras – Profletras – Universidade do Estado da Bahia, UNEB (2025). Especialista em Gestão e Coordenação Pedagógica – Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana, FAT (2022). Especialista em Pedagogia Histórico-Crítica para as Escolas do Campo – Universidade Federal da Bahia, UFBA (2019). Especialista em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa – Faculdade Regional de Filosofia, Ciências e Letras de Candeias, FAC (2014). Especialista em Língua Portuguesa – Faculdade do Noroeste de Minas, FINOM (2011). Possui graduação em Letras – Português/Inglês pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (2008). Atualmente é professor – Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa/Língua Inglesa e em gestão escolar.

Educação
Música de protesto para o pensar crítico e o fazer poético na escola
Autoria: Gilson Pereira da Silva
A obra Música de protesto para o pensar crítico e o fazer poético na escola insere-se no campo dos estudos sobre linguagem, educação e cultura e propõe uma reflexão acerca do potencial formativo das canções de protesto como práticas pedagógicas voltadas à formação integral dos educandos. Apresenta uma proposta de inter
Sobre o livro
A obra Música de protesto para o pensar crítico e o fazer poético na escola insere-se no campo dos estudos sobre linguagem, educação e cultura e propõe uma reflexão acerca do potencial formativo das canções de protesto como práticas pedagógicas voltadas à formação integral dos educandos. Apresenta uma proposta de intervenção pedagógica, utilizando música de protesto dentro de uma dimensão multidisciplinar, a fim oportunizar práticas de leitura e de escrita, além da reflexão sobre os discursos presentes nas composições, seus contextos e críticas sociais, estabelecendo relação com as práticas interativas dos sujeitos envolvidos.
Dessa forma, ao reconhecer a música como um texto socialmente situado, atravessado por disputas de sentido, memórias coletivas e projetos de sociedade, o livro evidencia sua relevância como instrumento de letramento crítico e de sensibilização estética no contexto escolar. A partir de uma perspectiva interdisciplinar, a obra articula contribuições da educação linguística, dos estudos culturais e da pedagogia crítica, defendendo que o contato sistemático com produções musicais engajadas favorece o desenvolvimento de competências interpretativas, argumentativas e criativas. Nesse sentido, a música de protesto é compreendida como registro histórico de resistências e de linguagem capaz de mobilizar afetos, provocar questionamentos e estimular práticas de autoria, ampliando as possibilidades do fazer poético no espaço educativo.
Portanto, ao dialogar com práticas pedagógicas contemporâneas, o livro reafirma o papel da escola como espaço de formação cidadã, no qual a escuta, a análise e a produção estética constituem caminhos para a construção de cidadãos críticos, sensíveis e socialmente comprometidos. Nesse contexto, a obra propõe que a experiência com a música de protesto se converta em um dispositivo pedagógico potente para a leitura do mundo, a problematização das desigualdades e a reinvenção criativa das formas de expressão na escola.
Para quem é
formação integral dos educandos.
Sobre a autoria
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