Psicóloga (CRP SP 06/39077), Doutora e Mestra em Educação e Saúde (Unifesp). Especialista em Terapia Familiar e de Casal (PUC-SP) e em Psicologia Social e Institucional (UniMarco). É docente do ensino superior e orientadora de estágios em Psicologia, e também atua como psicóloga escolar na Educação Básica. Membro da ABRAPEE, do GIQE, do LIEPPE-USP-UNESP e da Comissão Estadual de Educação do CRP SP. Atua em pesquisas em Psicologia Social, Escolar e Jurídica; Educação Inclusiva e Medicalização; Família, Infância, Adolescência e Direitos Humanos.

Educação
“Vendo pelo em ovo”
diagnósticos como dispositivo sociopolítico na educação
Autoria: Maria Rozineti Gonçalves
“Vocês sabem o que é hiperatividade? Levei meu neto de sete anos a uma consulta com o pediatra, o de dois anos foi junto. Como ele ficou impaciente e começou a mexer nas coisas, o médico me deu um encaminhamento e disse que ele tinha Hiperatividade tipo 2” . Este relato feito às estagiárias de Psicologia Escolar, numa
Sobre o livro
“Vocês sabem o que é hiperatividade? Levei meu neto de sete anos a uma consulta com o pediatra, o de dois anos foi junto. Como ele ficou impaciente e começou a mexer nas coisas, o médico me deu um encaminhamento e disse que ele tinha Hiperatividade tipo 2” . Este relato feito às estagiárias de Psicologia Escolar, numa escola da capital paulista, nos mostra a importância de discutir o diagnóstico na primeira infância, em tempos de tanta medicalização. Neste sentido, o trabalho da autora nos traz grande contribuição. Identificar o processo dos diagnósticos e os efeitos que podem ter sobre a inclusão e sobre a história das crianças, parece ser o caminho para promover transformação.
Para quem é
professores, gestores escolares, formadores e pesquisadores da área de Educação.
Sobre a autoria
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