A pesquisa foi conduzida inquirindo 5 professores de língua portuguesa e 253 alunos, destes foram escolhidos 10 que tiveram relevância na temática estudada no ensino médio numa escola da zona urbana pertencente à rede estadual no interior do estado de Pernambuco. Na busca por respostas em torno do objeto pesquisado, foi realizada uma abordagem sociolinguística quantitativa e uma abordagem complementar de base qualitativa e finalidade pedagógica. No primeiro momento, na fase quantitativa da pesquisa, foram feitos os questionários socioculturais com os alunos investigados, em um segundo momento foi pedido que os alunos escrevessem um texto com características do gênero dissertativo com introdução, desenvolvimento e conclusão, e uma linguagem objetiva, e em seguida na fase qualitativa da pesquisa foi feita uma entrevista com os cinco professores de língua portuguesa que lecionam na escola.

Educação
Gramática para quê? Produção textual argumentativa na perspectiva da linguística sistêmico-funcional
Autoria: Márcione Teles de Melo Barros
A presente investigação busca uma proposta de metodologia em sala de aula que aproxime a gramática internalizada a uma gramática funcional voltada para as competências da produção de textos argumentativos. Diante disto a questão de partida será: Como ligar a gramática internalizada, em cada indivíduo, a uma gramática f
Sobre o livro
A presente investigação busca uma proposta de metodologia em sala de aula que aproxime a gramática internalizada a uma gramática funcional voltada para as competências da produção de textos argumentativos. Diante disto a questão de partida será: Como ligar a gramática internalizada, em cada indivíduo, a uma gramática funcional que seja base de uma literacia geral e desenvolvimento do pensamento crítico pelo domínio do texto argumentativo? O objetivo geral da pesquisa é de analisar a ligação entre a gramática implícita ou internalizada e a gramática funcional que permita ao indivíduo desenvolver uma linguagem que formule os conhecimentos ligados ao currículo e a vida cotidiana e possa produzir textos argumentativos em que assume o seu próprio pensamento. Como aportes teóricos teremos Luft (1985), Halliday (2004), Bakhtin (1997), Adam (1987), Bronckart (1999), Allal (2015), Martin & Rose (2008), Camps e Dolz (1995), Coimbra (2011), Neves (1994, 1999, 2002), Possenti (1996), Geraldi (1997), Perini (2003) e Gouveia (2009), alguns relacionados com a corrente sistêmico-funcional. A parte empírica terá metodologia participativa e serão analisados textos argumentativos dos estudantes do terceiro ano do ensino médio por estarem saindo da escola e com interesses de ingressarem em uma universidade. Será convidado um professor de língua portuguesa, que lecione em um dos terceiros anos, que aceite essa sugestão de metodologia baseada nas propostas sistêmico-funcionais, para em colaboração com a investigadora, propor aos estudantes uma sequência didática de produções textuais argumentativas. Os resultados apontaram que, as produções textuais no gênero argumentativo corresponderam positivamente à pergunta de partida e objetivos. O avanço nas escritas não esteve condicionado ao uso em quantidade de determinadas conjunções, mas no uso adequado delas mesmo em menor quantidade, e condicionado ao sentido e contexto da vida dos estudantes.
Para quem é
as competências da produção de textos argumentativos.
Sobre a autoria
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